Mercado de franquias não sente a crise e cresce em 2016

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A crise econômica que atinge o Brasil parece não ter afetado o mercado de franquias. O faturamento do setor não para de crescer, ano após ano. De acordo com relatório da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2016 o setor bateu recorde, com crescimento de 8,3% em seu faturamento.

O mercado de franquias

Ter uma franquia tem sido uma saída cada vez mais comum para os brasileiros, principalmente para aqueles que empreendem pela primeira vez. O modelo de franchising é de mais fácil implantação e é ideal para aqueles que ainda não tiveram a experiência de administrar o seu próprio negócio.

De acordo com Gustavo Garcia, proprietário do meuBiZ , empresa que realiza venda e repasse de franquias, os brasileiros têm buscado cada vez mais uma alternativa segura de investimento e as franquias podem oferecer essa segurança. Isso porque as empresas detentoras das marcas, chamadas de franqueadoras, oferecem padronização dos processos, treinamento, suporte, rede de fornecedores e outros serviços que podem facilitar a operação.

Toda essa vantagem também têm seu preço, de acordo com Gustavo. Se, por um lado, o empreendedor tem maior facilidade na implantação e operação do negócio, por outro, precisará investir um valor maior e não terá tanta autonomia para decidir sobre sua operação.

Para ser um franqueado, geralmente o empreendedor deve pagar a taxa inicial de franquia, além de royalties mensais pela utilização da marca, pelo treinamento e pelos processos de trabalho. Por isso, a autonomia do empresário não será total, pois as marcas exigem a adoção de determinados padrões de produtos e serviços, processos, móveis, preços, dentre outros itens.

Uma outra modalidade que também está em alta é o repasse de franquia . Nesse modelo, um proprietário transfere a franquia já montada e operando para um novo franqueado (sempre com o conhecimento e aprovação da franqueadora). Esse tipo de transação ocorre, muitas vezes, porque o franqueado antigo necessitou mudar de cidade por causa do seu cônjuge, está com problemas de saúde na família ou não se identificou com o negócio. Conforme destaca Gustavo, “essa é uma boa oportunidade para empreender pois, além dos benefícios de ser uma franquia, o negócio já possui um histórico de resultados”.

Para 2017, com a melhora do cenário econômico, a previsão é que o setor cresça até 9%, tornando-se uma alternativa ainda mais interessante para quem busca investir ou se recolocar no mercado. O destaque fica por conta das microfranquias, que possuem preços bastante reduzidos e, muitas vezes, podem ser operadas diretamente de casa. “Essa é uma saída também para os empreendedores que não tem capital inicial alto”, afirma Gustavo.

Fonte: InfoMoney

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